Você já se deparou com o termo “Big Data” por aí pela internet? Ainda não? Preparamos uma postagem completa, esclarecendo todas as dúvidas sobre este assunto. Vamos lá?

Como surgiu o Big Data?

Para começarmos, Big Data é um termo utilizado para descrever a análise e interpretação de grandes volumes de dados de grande variedade.
Este termo é relativamente novo, porém este ato de coletar informações é antigo. O conceito ganhou força nos anos 2000 e agora é uma questão mais do que importante para todas as empresas da atualidade.

Estes dados precisam ser processados e armazenados, e podem ser estruturados e não-estruturados. São gerados diariamente, a cada segundo, por diversas empresas! E ah, dica de ouro: aqueles que sabem administrar bem estas informações acabam saindo na frente no momento de tomar decisões corretas e definir quais os próximos caminhos a seguir, viu?

Alguns estudos bacanas, como o da BSA demonstrando a quantidade absurda de dados recebidos diariamente: mais de 2,5 milhões!

Os 5Vs

A definição do Big Data pode ser feita através dos 5Vs: Volume, Variedade, Velocidade, Veracidade e Valor.

Volume: refere-se à quantidade absurda de dados que são coletados diariamente, e de diversos canais, como redes sociais, transações financeiras e informações de sensores passados e dados transmitidos máquina a máquina.

Velocidade: refere-se à rapidez com que os dados são tratados e transmitidos. Apesar de complexos e extremamente variados, os dados devem ser transmitidos em tempo hábil e ágil. Afinal, um minuto pode ser muito tempo para lidar com detecção de fraudes, análise de dados médicos, liberação de pagamentos ou qualquer outro tipo de de informação sensível.

Variedade: dados podem ser gerados em inúmeros formatos! Por isso, atualmente encontramos duas classificações principais: os dados podem ser estruturados ou não-estruturados. Os estruturados são aqueles que possuem algum padrão ou formato de leitura, como os bancos de dados tradicionais e planilhas. E os não-estruturados, que não possuem um padrão de leitura e são mais difíceis de gerenciar, são os vídeos, fotos, textos, áudios, operações financeiras, postagens nas mídias sociais, cotações da bolsa, navegações na web, informações de catracas, centrais de ar condicionado, e por aí vai!).

Veracidade e Valor: as fontes desses dados devem ser confiáveis, certo? Portanto, este Veracidade refere-se à fonte e à qualidade da mesma. Já o V de Valor refere-se ao benefícios que estes dados poderão trazer para quem os analisa.

A gente também pode falar de mais dois conceitos que se encaixam no Big Data, que são a Variabilidade e a Complexidade. Quando falamos em Variabilidade, falamos em fluxos de dados altamente inconsistentes e com picos periódicos. Qual a última tendência nas redes sociais? Estamos falando de eventos particulares e sazonalidades, que justamente por serem não-estruturados, são mais difíceis de gerenciar. Já o conceito de Complexidade, se refere ao fato de que os dados vem de múltiplas fontes e isso faz com que seja complicado combiná-los, limpá-los e transformá-los em sistemas. Afinal, é importante conectar e correlacionar dados, além de criar hierarquias e ligações múltiplas para não perder o controle em meio à tanta informação.

Qual é o potencial do Big Data?

O crescimento dos dados não para de crescer! É quase inimaginável a quantidade que se produz diariamente. Isso é ótimo porque com mais informação, é possível extrair maiores e melhores insights importantes para as empresas.

A análise desses dados determina padrões, melhora processos e determina uma série de fatores interessantes, como: hábitos de compra, monitoramento nas redes sociais, melhoras no departamento de recursos humanos, e análises mais assertivas nas empresas de departamento financeiro.

Qual a importância?

A importância dos dados do Big Data não gira em torno de quantidade, mas sim de quais atitudes são tomadas em relação ao que se tem. Uma análise correta e bem feita pode gerar uma série de benefícios, entre eles:

– Redução de custos
– Economia de tempo
– Desenvolvimento de novos produtos
– Otimização de ofertas
– Otimização de tomadas de decisão

Esta ferramenta também deve ajudar a identificar falhas, problemas e defeitos em tempo real, além de criar ações a partir de hábitos processados, detectar comportamentos fraudulentos em tempo hábil e recalcular carteira de riscos. Acima de tudo, o foco dessas análises, que devem ser precisas e meticulosas, é encontrar padrões comportamentais e monitorá-los.

Exemplos de Empresas que já utilizam o Big Data

Empresas muito conhecidas e veneradas no mercado atual já fazem uso dessa ferramenta Big Data. Quer conhecer quais são? Vem com a gente:

Netflix: sim! A queridinha dos jovens já utiliza de Big Data para “adivinhar” quais serão os próximos itens do catálogo que você irá assistir. E também para sugerir novas opções para assistir. Assim, fica bem mais fácil reter o usuário na plataforma, né? O mesmo vale para empresas de música, como o Spotify.

Amazon: decifrar os hábitos de compra e gosto dos clientes é um dos maiores desafios do comércio atual. As sugestões de compras da Amazon (e de outros sites semelhantes) são todas baseadas no Big Data, sabia?

Governo: o Governo também já está utilizando o Big Data como inteligência analítica, e com isso, há melhoras na gestão de serviços, órgãos, lidar com congestionamento e até mesmo prevenir a criminalidade!

Gostou?
Esperamos que a leitura tenha sido produtiva e tenha adicionado mais conhecimentos na sua carreira! Para nós, que possuímos cursos na área de tecnologia, esse assunto é prioritário. Você pode conferi-los aqui e aqui.

Se tiverem restado dúvidas, é só mandar uma mensagem para nós. 😉